Militares corruptos pegam penas pesadas

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O Tribunal Judicial da cidade de Maputo condenou os quatro militares e quatro civis que vinham sendo julgados em conexão com o caso de desvio de milhões de meticais dos cofres do Ministério da Defesa a penas que variam entre 10 e 16 anos de prisão.

Trata‐se de Ernesto Rufino e Abdul Ismael, condenados a 16 anos de prisão maior; Aníbal Sacatiza, condenado a 12 anos e Elsa Chilaluque, à pena de 10 anos de prisão.

Na sentença proferida, o Juiz da causa, Salomão Manhiça, condenou para além dos militares, quatro civis: Guilhermina Macaringue e Ussene Ismael a 15 anos de prisão, Mónica Simango e Sónia Cossa, a 11 anos e seis meses de prisão. A cidadã Sara Calima foi absolvida por insuficiência de provas.

Os condenados, mentorados pelos antigos funcionários do sector de pagamentos do Comando do Exército, Ernesto Rufino e Abdul Ismael, organizaram e executaram um esquema de uso de contas bancárias de familiares e amigos, como funcionários fantasmas, para desviar dinheiro do Estado.

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