A história do jogador de basquete masculino que foi banido por estar ”grávido”

Neste mês, o jogador de basquete, Donell ‘DJ’ Cooper, de 28 anos, foi suspenso pela FIBA (Federação Internacional de Basquete) por dois anos. Isso, após realizar um teste antidoping. Após análises, o teste revelou a presença do hormônio da gravidez HCG. Como punição, o jogador norte americano só poderá voltar a jogar profissionalmente em Junho de 2020. No mesmo ano, também será julgado um apelo pela revisão da pena.

De acordo com informações divulgadas, o atleta, supostamente, utilizou uma amostra de urina de uma mulher. A amostra foi usada para esconder um possível doping. Acredita-se que a mulher é uma amiga de DJ. Ao que parece, a mulher era namorada do jogador e estava grávida, porém, não sabia.

Donell ‘DJ’ Cooper foi jogador da Universidade de Ohio University e chegou a ser recrutado pelo Washington Wizards, da NBA. Em 2013, o norte americano iniciou carreira na Europa, passando por equipes como Panathinaikos e AEK Atenas, da Grécia, e Monaco, da França.

Este é um daqueles casos que irá, certamente, entrar para o pódio de tentativas de adulteração de testes antidoping dos últimos anos.

O jogador

Cooper nasceu em 1990, cresceu em Chicago e cursou o ensino médio na Hales Franciscan High School. Começou a ser reconhecido nos EUA, quando iniciou seus estudos na Academia Seton. Em 2009, após demonstrar suas habilidades, Cooper foi classificado como o 30º melhor jogador de basquete pela ESPN.com. 

Desde então, Cooper teve uma média de 16 pontos e sete assistências por jogo. Em 2013, após jogar quatro anos para a Universidade de Ohio, Cooper entrou no draft da NBA. O jogador, por outro lado, na época, não foi seleccionado nas duas rodadas do draft. Como um jogador da Universidade de Ohio, Cooper esteve na lista dos 25 melhores da história da Divisão I, que auxilia os líderes no início de sua temporada final.

Além disso, o jogador já foi eleito o melhor jogador, durante a pré-temporada da Conferência Mid-Americana.

Casos de doping

A ginasta brasileira Daiane dos Santos foi o caso de maior repercussão do Brasil. Em 2009, a atleta foi pega no exame antidoping. De acordo com o teste, em sua urina, foi encontrada a presença de furosemida, um diurético usado para controlar o peso. Na época, a ginasta tentou se defender, dizendo que estava realizando tratamento estético e que, por isso, a substância havia sido encontrada. No entanto, a Federação Internacional de Ginástica considerou-a culpada. Daiane foi suspensa por cinco meses.

Além da ginasta, outro esportista que esteve envolvido no assunto foi o nadador Cesar Cielo. Em 2011, o nadador também foi apanhado com furosemida, no exame antidoping do Troféu Maria Lenk. Nadadores do mundo inteiro se manifestaram decepcionados com o brasileiro, e fizeram duras críticas ao campeão olímpico e mundial. No momento, o atleta disse que houve erro na manipulação de seu suplemento. Diferente de Daiane, Cielo foi apenas advertido.

No exterior, outro caso de destaque, foi o do canadense Ben Johnson. O teste do desportista deu positivo após ele se tornar o homem mais rápido do planeta, nas olimpíadas de Seul, em 1988. Ele conquistou o ouro, após quebrar o recorde mundial nos 100 metros rasos (9,79s) e deixar para trás, uma lenda do desporto, o norte americano Carl Lewis. Na urina de Johnson foi encontrado o estanozolol, que é um esteróide anabolizante, capaz de aumentar a massa muscular e melhorar o desempenho na corrida.

Fatos Desconhecidos

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