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Europa tem inverno mais quente das últimas décadas

A Europa vivenciou seu inverno mais quente desde que começaram os registros meteorológicos, anunciou nesta quarta-feira (04.03), o Copernicus Climate Change Service (C3S), o programa da União Europeia para observação das mudanças climáticas.

Temperatura média registrada no continente ao longo da estação fica mais de 3ºC acima da medida entre 1981 e 2010. Aquecimento global não foi único culpado, diz especialista, mas provavelmente agravou este fenómeno.

A temperatura média no continente entre Dezembro de 2019 e Fevereiro de 2020 foi 3,4 ºC mais alta do que a média registrada no período entre 1981 e 2010, e também 1,4 ºC acima do inverno mais quente já registrado, de 2015/16. A temperatura no Norte e no Leste da Europa foi especialmente elevada.

A preocupação com a agricultura atravessa toda a Europa. Apesar de algumas tempestades extremas, a Alemanha esteve entre os países que tiveram uma estação especialmente quente, e pela primeira vez não pôde produzir o « vinho de gelo », uma especialidade nacional feita com uvas colhidas quando estão congeladas.

O calor estendeu-se pela maior parte da Rússia, informou o Copernicus.

« Outras regiões que foram substancialmente mais quentes do que a média incluem o Noroeste da África, Irão, Afeganistão, Ásia Central e grande parte da China, com bolsões menores na América do Norte e do Sul, África central e meridional e Oeste da Austrália », disse.

O aquecimento global não foi o único culpado pela alta das temperaturas, explicou Carlo Buontempo, director do C3S, já que as temperaturas invernais variam consideravelmente de ano para ano, em especial fora dos trópicos, « mas é provável que esse tipo de evento tenha se tornado mais extrema devido à tendência de aquecimento global ».

O serviço oficial da UE para as mudanças climáticas apresenta relatórios mensais sobre a temperatura atmosférica, o gelo marítimo e o ciclo hídrico, com base em informações de satélites, navios, aviões e estações meteorológicas de todo o mundo.

Por: Pérzia Sitóe

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