Tech: AirTags ajudam cada vez mais os passageiros a não ficar sem bagagem

Os AirTags da Apple são um dispositivo de localização que recorre à Rede Encontrar (Find My) para informar o utilizador onde se encontra o objeto. Qualquer pessoa que tenha um iPhone, sempre com total anonimato, ao passar perto de um destes dispositivos, transmite aos servidores da Apple, e posteriormente ao utilizador, a localização do item perdido ou roubado. Este mecanismo é já o melhor amigo de quem viaja.

Os dispositivos estão a ajudar os passageiros que perdem as bagagens e as companhias mentem sobre a localização das mesmas. Já salvou muitas bagagens de roubo e extravio.

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Este tema não é novo, mas coleciona exemplos da boa utilização que a Apple pensou para o seu dispositivo de localização AirTag.

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Conforme já mostramos exemplos, o pequeno localizador já salvou a bagagem de uns recém-casados que voltavam da África do Sul e que tiveram de mostrar à companhia aérea onde estavam as malas desaparecidas. Também mostramos o caso de um turista que fazia férias na Austrália, que recuperou 7 mil dólares de material roubado ou até o caso de um funcionário de um aeroporto que roubou uma mala com mais de 15 mil dólares em joias.

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Tudo isto graças à tecnologia por trás de um pequeno disco com o logotipo da Apple.

Companhias aéreas tentaram banir, mas…

O sucesso destas pequenas peças de plástico com tecnologia de localização parece ter incomodado os gigantes da aviação. Algumas companhias, como a Lufthansa, chegaram a colocar este dispositivo como um produto proibido de transportar nas bagagens. Depois deram o dito pelo não dito.

Agora, a CNN tem os detalhes sobre outro caso de AirTag da Apple expondo o descuido da companhia aérea com bagagem despachada. Neste caso, um passageiro da United Airlines foi informado de que a sua bagagem despachada havia sido deixada para trás, mas estava segura num “centro de distribuição”.

Apesar desta afirmação, no entanto, a viajante, Valerie Szybala, observou como o AirTag na sua bagagem viajava por Washington DC, de shoppings locais a áreas residenciais e muito mais. Essencialmente, Szybala optou por permitir que a United Airlines entregasse a mala diretamente na sua casa, em vez de ela mesma ter de voltar ao aeroporto para a levantar.

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Este serviço de entrega é aparentemente administrado por uma empresa externa ao aeroporto ou à companhia aérea. É um serviço contratado pela United Airlines.

Depois da bagagem sair do aeroporto no dia 29 de dezembro, só chegou às mãos da mulher no dia 2 de janeiro. Segundo o relato que deixou no Twitter, a sua bagagem viajou através de Washington D.C., com paragens num McDonald’s, num centro comercial local, e ficou mesmo guardada vários dias num complexo de apartamentos.

Depois de várias reclamações e dos passeios que a mala deu, a bagagem acabou por regressar a Szybala. Ela referiu que o facto de ter uma AirTag na mala permitiu manter as suas coisas debaixo de olho e, com isso, conseguiu expor algumas destas informações falsas fornecidas pela United Airlines.

A mulher agora partilha a sua experiência e aconselha mesmo que todas as pessoas viajem com AirTags escondidos nas malas.

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