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Músicos criadores da imagem de Moçambique no mundo

Os artistas moçambicanos devem projectar a imagem do país no mundo, através da sua arte, instou o Presidente da República. Filipe Nyusi falava durante a audiência que concedeu ao músico Moreira Chonguiça, última segunda-feira, com o objectivo de apresentar um “novo instrumento genuinamente moçambicano”.

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Na ocasião, o Chefe do Estado encorajou ao artista a promover a cultura moçambicana através da música, afirmando que os artistas são embaixadores dos valores culturais do país, e que devem continuar com iniciativas que visam pôr o nome de Moçambique no mundo.

“Como Governo vamos sempre apostar em apoiar o ramo cultural no seu todo, e os jovens têm o dever de tomar iniciativa de introduzir novas formas de pensar o país, uma vez que é ela a maioria no país. Por exemplo, hoje temos somente dois instrumentos de marca “moreira Chonguiça”, mas o desafio é produzir para mais moçambicanos terem acesso”, disse o Presidente Nyusi.

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O estadista elogiou ao saxofonista pela sua capacidade de elevar o nome de Moçambique no mundo através da sua arte, levando a mensagem do país para outros povos, e criando esta amizade e inspiração entre artistas, facto que orgulha aos moçambicanos, escreve um comunicado enviado “O País”.

Por sua vez, o músico agradeceu ao Chefe do Estado pela audiência, afirmando que como músico nacional envolvido em questões de educação e promoção dos jovens para tocar instrumentos musicais, chegou o momento de investir numa marca pessoal, que é o primeiro saxofone com marca e assinatura “Moreira Chonguiça”.

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“O instrumento é uma produção da minha marca, pois temos a ambição, para além de tocar o instrumento, de estar dentro da cadeia de valor de fazer os próprios instrumentos, de modo a inspirar mais jovens a abraçar a carreira artística”, disse Moreira Chonguiça, de acordo com a nota da Presidência.

Segundo o músico, o saxofone é o primeiro instrumento da sua marca, mas tem em carteira outros projectos com outros instrumentos para que os jovens moçambicanos tenham acesso facilitado aos instrumentos e assim abraçarem a oportunidade de se iniciarem na área cultural de uma forma mais acessível.

Fonte: O País

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