Descomplicando Sentimentos Com Erica Paiva: A controvérsia das Promessas

Aprendemos desde pequenos que quem promete deve, quem deve paga and so on, e assim fomos formatados.

Ok, mas será que devemos olhar para toda promessa como uma dívida contratual, financeira, material?
Quando olhamos para o mundo dos relacionamentos, no meu ponto de vista não.

E porquê?

Olha, as promessas são feitas em diversas situações e persuadidas por diversos factores, deixa citar alguns:

  1. No início do relacionamento as pessoas prometem até o imaginável pelo êxtase da paixão que sentem, sem se quer avaliar primeiro o real valor da promessa e as consequências da mesma. E aqui podemos a postaria até perdoar, relevando a ousadia de prometer algo inconsciente;
  2. Temos as promessas feitas, já conscientes e com uma certa estabilidade, mas que acabam trazendo uma guerra impensável, subdividindo se em três pontos:
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2.a) as promessas com a intenção de cumpri-las, mas que por algum infortúnio do destino acabamos por adiar;

2.b) as promessas que fazemos apenas com o objectivo de ganhar algo em troca, como um presente, casamento, etc.

2.c) as promessas feitas com teor manipulador, mas sem intenção nenhuma de cumpri las, simplesmente por achar se no direito de magoar a outra “inconsciente “ tirando algo ou sei lá.

Olhemos a nossa volta de forma crua e sincera e vamos perceber que a maior parte dos relacionamentos abraça o ponto 2.b), infelizmente. Já não existe a franqueza de prometer algo apenas por poder fazer aquilo e não necessariamente arrancar ou obter algo em troca, como se de um contrato empresarial se tratasse, razão pela qual a “pessoa lesada/prometida”, acaba exigindo que se cumpra a promessa de um jeito agressivo como se de uma dívida material se tratasse.

E mais, porquê da dificuldade de assumir que o que prometera no passado, não poderá mais cumprir? Qual é a dificuldade de expressar o seu “fracasso”?
Não digo que as pessoas tenham que simplesmente prometer e não cumprir com a desculpa de “ahh não viste o que a Erica disse, quando não conseguimos devemos dizer”, não, não, não.
Isso são excepções obviamente, não transformemos a impossibilidade em uma regra, o importante a ficar, e’ que, promessa não deve ser vista como uma obrigação, mas sim como um dever.

Dever de cumprir com a palavra, dever de respeitar a outra pessoa, dever de honrar o seu próprio nome, e se acredita que não consegue então não prometa, faça apenas e depois Voilà.

Parem se alimentar insegurança nas pessoas com tantas promessas infundadas e não devidamente clarificadas, comuniquem mais, entendam mais o outro lado, saibam peneirar os prós e os contras. E aos prometidos saibam, ouvir, aceitar que mesmo que a promessa tenha sido de forma mais genuína e pura, ela poderá por Ventura não se realizar e não deverá ser visto por si como o fim do mundo, coloque a promessa em uma peneira e coloque os pontos acima descritos de forma a saber como agir.

PROMESSA EM UM RELACIONAMENTO, NÃO DEVE SER VISTA COMO DÍVIDA DE DINHEIRO.

QUEM PROMETE, SE COMPROMETE A FAZER ALGO, TENDO O DEVER DE CUMPRI LO, EXCEPTO EM ALGUMAS SITUAÇÕES DEVIDAMENTE ESCLARECIDAS.

Ame se e permita ser amado
🌹🌻🌷

Publicado por  Erica Paiva

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