“Tina Turner” estreou-se no Festival de Cinema de Berlim, esta semana, com a chancela da HBO

A vida de Tina Turner tem tantos ingredientes distintos que já deu um filme e um musical. Agora conta-se num documentário60 anos de carreira na voz da protagonista, sem intermediários.

“Tina” estreou-se no Festival de Cinema de Berlim, esta semana, com a chancela da HBO.

Os realizadores não escondem que o desafio era do tamanho do talento da diva do rock. “Ficámos com este desafio de contar a história dela a uma nova geração,” diz Dan Lindsay, um dos realizadores que não se esquece de atribuir o principal mérito a Tina Turner. “O número de vezes que elade certa forma se reinventou e se manteve relevante é mais uma prova da perseverança e poder de Tina e desta ideia de que ela está sempre à procura de algo mais,”afirma.

Tina Turner nunca validou “What’s Love Got to Do with It”, o filme de 1993 que deu um Globo de Ouro a Angela Basset. Recusou sempre ser retratada como vítima, apesar dos anos de abuso às mãos do marido, Ike Turner.

O documentário foi uma oportunidade de contar a sua versão da história. O premiado T.J. Martin não esconde que Tina”matou os seus monstros e continua a matá-los, num desafio diário. Não foi apenas um momento para se dizer «isto aconteceu, mas agora sou uma superestrela e está tudo bem»”. O realizador acredita que o documentário vai ser capaz de estabelecer contacto com o público e que essa afinidade “ajuda-nos a olhá-la de uma forma mais humana”.

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